terça-feira, 15 de janeiro de 2019


La Iglesia reconoce el martirio 
de 14 religiosas asesinadas en España en 1936

Se trata de Isabel Lacaba Andía y otras 13 religiosas profesas de la Orden de la Inmaculada Concepcion

El Papa ha reconocido el martirio de Isabel Lacaba Andía y de otras 13 compañeras, todas religiosas profesas de la Orden de la Inmaculada Concepcion y asesinadas por «odio a la fe» en España durante la persecución religiosa de 1936.

Francisco ha firmado el decreto de martirio durante una audiencia este martes 15 de enero con el cardenal Giovanni Angelo Becciu, prefecto de la Congregación para las Causas de los Santos.

Durante el encuentro, el Pontífice también ha reconocido el milagro atribuido a la intercesión de la beata Marguerite Bays, virgen de la Tercera Orden de San Francisco de Asís, nacida en La Pierraz (Suiza) el 8 de septiembre de 1815 y fallecida en Siviriez (Suiza) el 27 de junio de 1879.

Asimismo, el Santo Padre ha acreditado las virtudes heroicas de la sierva de Dios polaca Anna Kaworek, cofundadora de la Congregación de las Hermanas de San Miguel Arcángel y de la puertorriqueña María Soledad Sanjurjo Santos, religiosa profesa de la Congregación de los Siervas de María Ministras de los Enfermos.

Alfa y Omega

Fecha de Publicación: 15 de Enero de 2019

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

1 de Setembro de 2018 às 11.30h no Mosteiro da Imaculada Conceição de Monjas Concepcionistas em Campo Maior Iniciação à Vida Religiosa Tomada de Hábito da Dina Correia e Profissão de Votos Simples de soror Joana Filipa da Siva oic



quinta-feira, 26 de abril de 2018

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

No próximo dia 17 de Setembro...
PROFISSÃO TEMPORÁRIA de
soror Maria do Carmo de Jesus Escondido oic,
rezemos por ela, que reza por nós.



segunda-feira, 29 de maio de 2017


As Monjas Concepcionistas de Campo Maior
recebem nova postulante
Passados quase dois anos e em pleno ano centenário das aparições da Virgem Imaculada na Cova da Iria, novamente se abre a clausura, das Filhas de Santa Beatriz em Campo Maior, para receber uma nova postulante.
Desta vez, a jovem que começa a viver neste “divino caminho” (Regra, Capítulo II, 2), levando a Mãe de Deus, entronizada no seu coração, como exemplo de vida, para imitar a sua conduta inocentíssima (cf. Regra, Capítulo III, 7) é a Dina Isabel Correia. Chegou depois de almoço, acompanhada pelos pais, pela irmã e pelo pároco, vinda de Vila Franca de Xira. E, por volta das 15.30h, depois de se despedir da família e receber a bênção do pároco, foi recebida em festa, pela comunidade monástica à porta da clausura.
A Dina acolheu o chamamento de Deus e decidiu consagrar-lhe a sua vida, seguindo o caminho de radicalidade evangélica inaugurado por Santa Beatriz da Silva, abandonando “a vaidade do mundo e, vestindo o hábito desta Regra, desposar-se com Jesus Cristo nosso Redentor, pela honra da Conceição Imaculada da sua Mãe, façam voto de viver sempre em obediência, sem propriedade e em castidade, com clausura perpétua” (Regra, Capítulo I, 1).
Pela oração, como Maria de Betânia (cf. Lc 10, 29) e prostrando-se aos pés do Senhor, virando para Ele o olhar da alma, como incenso queimado a Deus, quer oferecer-Lhe um cântico de louvor e de intercessão em favor dos Homens seus irmãos. Aqueles a quem até agora corou as feridas do corpo.
Levando a Mãe de Deus, entronizada no seu coração (cf. Regra, Capítulo III, 7), a partir de agora, implorará de Deus, a cura das almas.
Pertencente ao Caminho Neo-Catecumenal, estudou enfermagem na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e exercia a sua profissão na NephroCare Portugal, SA.
Escolheu o dia 29 de Maio para a sua entrada no Mosteiro, por ser este o dia da sua Primeira Comunhão. Que “Jesus Escondido”, como chamava à Eucaristia São Francisco Marto, seja o seu alimento e a sua força. E o Coração Imaculado da “Senhora mais brilhante que o Sol” seja o seu refúgio e o caminho que a conduz até Deus.
Como sentinela vigilante espere o Senhor que vem (cf. Lc 12, 37), para que quando o Senhor chegar, encontre orantes sobre a terra.
Seja a sua vida, oculta, laboriosa e orante um hino de louvor em honra da Imaculada e para a glória de Deus (cf. Ef 1, 14) e possa cantar como São Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20).