sábado, 17 de agosto de 2019


17 de Agosto de 2019
Festa de Santa Beatriz da Silva
Virgem e fundadora

Por amor ao Eterno Pai,
e à Mãe de Deus sem pecado:
toda se deu ao Espírito
e ao Esposo, bem amado.

Virgem fiel e prudente,
modelo de santidade
escreveu com letras de ouro
poema d'eternidade.

As glórias vãs deste mundo
Beatriz soube rejeitar
p'ra seguir Divino Mestre
e não mais O abandonar.

Toda se deu a Deus,
por amor à Imaculada:
por Ela deu a vida,
por Ela foi adornada.

De virtude e de pureza:
marcada foi sua fronte,
é perfume de açucena
que nasce no alto monte.

Glória e louvor para sempre,
à Santíssima Trindade,
que transformou Beatriz
num canto de santidade.

P. Marcelino José Moreno Caldeira
Hino a Santa Beatriz da Silva
Fátima, Julho de 2000

sexta-feira, 16 de agosto de 2019


3º Dia:
16 de Agosto de 2019
Preparando a Festa de Santa Beatriz da Silva
... a elequência mais evidente da vida
Da nova Santa não nos é possível tecer o breve elogio que se costuma fazer no momento de uma canonização e que parece projectar perante os nossos olhos radiantes os traços de um rosto glorioso porque, assim como o rosto extraordinário, belo e puro de Beatriz da Silva permaneceu velado por longos anos da sua vida terrena, até à sua bem-aventurada morte, assim também muitos aspectos da sua biografia só chegaram até nós por reflexos, como PER SPECULUM IN AENIGMATE - através de um espelho e de modo confuso - (cf. 1 Cor 13, 12), na documentação histórica através da qual ela transparece como figura inocente, humilde e luminosa, apesar de não conceder à nossa humana mas legítima curiosidade sinal algum de expressão pessoal. Assomam aos lábios as palavras de Dante: OV'E BEATRIC - onde estás Beatriz? - (A Divina Comédia, Paraíso, canto 32, verso 85); ou as palavras bíblicas em que vibra o amor místico: MINHA POMBA ... MOSTRA-ME O TEU ROSTO, FAZ-ME OUVIR A TUA VOZ, PORQUE A TUA VOZ É SUAVE E GRACIOSO O TEU ROSTO (Ct 2, 14).
Porque efectivamente, nenhuma palavra desta Santa chegou até nós nas suas sílabas textuais, e por conseguinte, nenhum eco da sua voz; nem escrito algum da sua mão, ou algum retrato do seu rosto demasiado belo, como se dizia, para que não fosse, na sua juventude, causa de turbação. E nem sequer os estatutos definitivos da Regra para a família religiosa que Ela fundou, inaugurando com a sua própria morte o nascimento da mesma família.
Mas, então, uma pergunta surge no espírito de quem dirige a atenção e a devoção para esta cidade do céu: será uma lenda a sua vida? Será fruto de um mito? Não, não é! Beatriz da Silva antes de entrar no reino eterno do céu, foi cidadã da terra: e o seu registo, e mais ainda a sua obra de Fundadora de uma nova e ainda hoje florescentíssima Família Religiosa, a das Monjas da Santíssima Conceição de Maria, não deixam dúvida alguma, antes conferem certeza particular e edificante exemplaridade à história hagiográfica desta esplêndida figura.
Santa Beatriz da Silva, portuguesa de nascimento, passou a maior parte da sua existência terrena em terras de Espanha, Mulher que ao nosso coração de crentes fala, se não com os escritos, sim com a eloquência mais convincente da vida.
Beato Paulo VI, da Homilia proferida na Canonização de Santa Beatriz da Silva a 3 de Outubro de 1976, na Basílica Vaticana de São Pedro

Oração
Senhor nosso Deus, que fizestes resplandecer na virgem Santa Beatriz o altíssimo dom da contemplação e a adornastes com a singular devoção à Imaculada Conceição da Virgem Maria, concedei-nos que, seguindo o seu exemplo, busquemos na terra a verdadeira sabedoria para merecermos contemplar no Céu a glória do vosso rosto. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ámen.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019


2º Dia:
15 de Agosto de 2019
Preparando a Festa de Santa Beatriz da Silva
Santa Beatriz foi sempre argila nas mãos amorosas do seu Oleiro, o seu projecto não foi instalar-se nos seus projectos, no que ela acreditava ser o melhor, mas na oração constante, tratava de descobrir a vontade de seu Senhor. Ela tinha-se consagrado e seguia a Jesus Cristo, não o seu projecto”.
Carta da Madre Coordenadora, Madre Maria de la Cruz Alonso Paniagua oic, na solenidade de Santa Beatriz, BEATRIZ EN EL V CENTENARIO, 16 de Agosto de 2011

Oração
Senhor nosso Deus, que fizestes resplandecer na virgem Santa Beatriz o altíssimo dom da contemplação e a adornastes com a singular devoção à Imaculada Conceição da Virgem Maria, concedei-nos que, seguindo o seu exemplo, busquemos na terra a verdadeira sabedoria para merecermos contemplar no Céu a glória do vosso rosto. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ámen.

1º Dia:
14 de Agosto de 2019
Preparando a Festa de Santa Beatriz da Silva
“Em Beatriz experimentamos que os seus anos de encerramento e de silêncio foram a ocasião e a casa onde Deus fez a sua morada. Do abandono ao que Deus quer e à disponibilidade para o que Deus quer, pode-se empreender um caminho de procura do seu rosto, vivência do Evangelho e caminho de contemplação segundo o genuíno exemplo da Mulher de Nazaré, a Mãe do Senhor”.
CARTA DO PADRE ASSISTENTE por ocasião da Festa de Santa Beatriz da Silva de 2012, Fr. Joaquín Domínguez Serna, OFM, 06 de Agosto de 2012

Oração
Senhor nosso Deus, que fizestes resplandecer na virgem Santa Beatriz o altíssimo dom da contemplação e a adornastes com a singular devoção à Imaculada Conceição da Virgem Maria, concedei-nos que, seguindo o seu exemplo, busquemos na terra a verdadeira sabedoria para merecermos contemplar no Céu a glória do vosso rosto. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ámen.

quarta-feira, 26 de junho de 2019


El cardenal Giovanni Angelo Becciu,
prefecto de la Congregación para las Causas de los Santos,
en entrevista con Alfa y Omega.
¿Cuál es el significado de la beatificación de estas 14 religiosas mártires?
Fue san Juan Pablo II quien dio un fuerte impulso a la investigación y a la promoción de las causas de los mártires cristianos del siglo pasado; no solo en España, sino también en otros países del mundo. Sin duda, España fue escenario de un enorme baño de sangre y de odio fratricida. La beatificación une a estas religiosas a la gran legión de testigos que, al ofrecer sus vidas, han mostrado cómo se puede responder cristianamente con el amor a la ceguera del corazón humano. El perdón de los asesinos y el amor a los enemigos – verdadero sello de toda auténtica reconciliación – parecen humanamente imposibles; seguramente no son fruto de una simple actitud filantrópica, sino que son gestos hechos posibles tras haber tomado como referencia al crucificado.
¿Qué le ha llamado más la atención de la historia de estas religiosas?
La humildad, la sencillez y su vida hecha de oración, de servicio, de ocultamiento. También en la muerte: los restos mortales de la mayoría jamás fueron encontrados. Incluso teniendo la oportunidad de escapar de la muerte, las monjas no lo hicieron para no abandonar a las hermanas más ancianas o enfermas. Una mercedaria habría asistido desde un balcón, en una calle de Madrid, al fusilamiento de las religiosas, contando que la madre abadesa animó hasta el final a las otras, preparándolas para el martirio y muriendo al grito de: «¡Viva Cristo Rey!». En lo ordinario de la vida religiosa, vivida con convicción y constancia, nace también la extrema fidelidad a Dios, hasta derramar la propia sangre.
¿Qué mensaje pueden dar ellas a los fieles de hoy?
El ejemplo de los beatos y los santos, sobre todo el de las víctimas inocentes de la violencia y del odio, asume también un significado y un destino universal, fuera del ámbito eclesial, porque estos hermanos y hermanas, en su desarmada docilidad, muestran una humanidad rica también en los valores y las virtudes sociales de respeto, de pacífica convivencia y de servicio a todos. Los beatos españoles son semilla de reconciliación y de sanación de las heridas que la historia muestra de su passado.
http://www.alfayomega.es

terça-feira, 25 de junho de 2019



Homilia do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos
na missa de beatificação de Maria do Carmo Lacaba Andía 
e 13 companheiras mártires,
22.06.2019
Segue a  Homilia do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Giovanni Angelo Becciu, na catedral de Santa Maria a Real de Almudena, durante a missa de beatificação de Maria do Carmo Lacaba Andía e 13 companheiras mártires religiosas professas de la Ordem da Imaculada Conceição, assassinadas por ódio à fé em 1936 durante a Guerra Civil em Espanha:

Homilia do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos
De bom grado, portanto, prefiro gloriar-me nas minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo. 10Por isso me comprazo nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias, por Cristo. Pois quando sou fraco, então é que sou forte. (2Cor 12, 9-10)
Queridos irmãos e irmãs:
Estas palavras de São Paulo, proclamadas na primeira leitura, podemos aplica-las hoje às catorze monjas da Ordem da Imaculada Conceição (Concepcionistas), assassinadas durante a perseguição religiosa que pretendia eliminar a Igreja em Espanha. Elas permaneceram fortes na fé: não se assustaram perante os ultrajes, as angústias nem as perseguições. Estiveram dispostas a selar com sua vida a Verdade que professavam com os lábios, associando o martírio de Jesus ao seu martírio de fé, de esperança e de caridade.
A Beata Maria do Carmo (no século Isabel Andía Lacaba) e as suas treze companheiras eram monjas da mesma família monástica, mas de três mosteiros diferentes: o Mosteiro de Madrid, o Mosteiro de El Pardo e o Mosteiro de Escalona. Todas, perseverando na sua consagração a Deus, deram suas vidas pela fé e como prova suprema de amor. Foi precisamente a aversão a Deus e à fé cristã que determinou o seu martírio. Sofreram, com efeito, a perseguição e a morte pelo seu estado de vida religiosa e a sua total adesão a Cristo e à Igreja. Os seus verdugos eram milicianos que, guiados pelo ódio contra a Igreja Católica, eram os protagonistas de uma perseguição religiosa geral e sistemática contra as pessoas mais representativas da Comunidade Católica. As novas Beatas certamente tinham bem presente a exortação do divino Mestre: Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6, 33). São exemplo e incentivo para todos, mas sobretudo para as monjas Concepcionistas, e também para todas as consagradas que dedicam totalmente a sua vida à oração e à contemplação. Nesta preciosa missão orante, as religiosas de clausura são chamadas a gostar e a ver quão bom é o Senhor, para testemunhar todo o envolvente que é o Amor de Deus.
Três vezes pedi ao Senhor … Mas Ele respondeu-me: «Basta-te a minha graça» (2Cor 12, 8-9). Estas palavras de São Paulo, que acabamos de ouvir, parecem inspirar a mensagem deixada pelas catorze mártires. Em diferentes lugares e tempos, enfrentaram a sua oferta de sacrifício ao Senhor com generosidade e coragem. A integridade espiritual e moral destas mulheres chegou-nos através de testemunhas directas e indirectas e também através de documentos. Estamos profundamente impressionado pelos testemunhos  relacionado com o seu martírio. No assalto ao mosteiro de Madrid, os atacantes gritavam “Morram as freiras!” e elas morreram exclamando: “Viva Cristo Rei!” No caso das religiosas de El Pardo, os verdugos, quando descobriram as monjas com as pessoas que as tinham recebido depois do assalto do mosteiro, perguntaram-lhe: “Vós sois freiras?” As monjas responderam: “Sim, pela graça de Deus”; isto equivalia a uma sentença de morte que os milicianos executaram sem nenhuma outra razão. Por sua vez, as monjas de Escalona, ​​afastadas da sua comunidade, foram expulsas do edifício da Câmara Municipal pelos milicianos locais e enviadas à Direcção-Geral de Segurança em Madrid, para obriga-las a abandonar a fé e passar à apostasia. Para forçar as monjas mais jovens a fazer isso, as duas monjas mais velhas foram separadas do grupo e levadas a um beco sem saída, onde foram torturados e finalmente fuziladas. Todos os testemunhos que temos recebido permitem-nos afirmar que estas monjas Concepcionistas morreram porque eram discípulas de Cristo, porque não queriam renegar a sua fé e os seus votos religiosos. Quando, no começo da guerra, na zona republicana, as comunidades se mudaram para as casas de parentes ou amigos, adaptaram-se sem se queixarem, dando exemplo de heroísmo. Nunca tiveram uma atitude de animosidade para com os que foram a causa de seu sofrimento, mas responderam com caridade. Encaminharam-se para o sacrifício glorificando a Deus e perdoando os seus verdugos, seguindo o exemplo de Cristo que disse na cruz: «Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem.» (Lc 23, 34). O testemunho destas beatas constitui um exemplo vivo e próximo para todos. A sua morte heroica é um sinal eloquente de que a vitalidade da Igreja não depende de projetos ou cálculos humanos, mas vem da adesão total a Cristo e à sua mensagem de salvação. Disto estavam bem conscientes estas nossas monjas que tiraram forças não de um desejo de protagonismo pessoal, mas de um amor sem reservas por Jesus Cristo, mesmo à custa das suas vidas. A sua existência é como uma mensagem direta às pessoas consagradas e aos fiéis leigos de hoje. Aos consagrados, as novas beatas dizem que permaneçam fiéis à sua vocação e se alegram pela sua pertença à Igreja, servindo-a através do seu Instituto, numa vida intensa de comunhão fraterna, na perseverança e no testemunho de sua própria identidade religiosa. Aos fiéis leigos recordam a necessidade de ouvir e obedecer obedientemente à Palavra de Deus, que todos nós estamos chamados a viver e a anunciar em virtude do batismo.
A força manifesta-se na fraqueza (2Cor 12, 9), respondeu o Senhor ao apóstolo Paulo. Hoje damos graças por esta força que também se converteu na força dos mártires em terra de Espanha. A força da fé, da esperança e do amor, que se mostrou mais forte que a violência. Foi derrotada a crueldade do pelotão de execução e de todo o sistema de ódio organizado. Cristo, que se fez presente, junto aos mártires, veio a elas com a força da sua morte e do seu martírio. Ao mesmo tempo veio a elas com a força da sua ressurreição. O martírio, com efeito, é uma revelação particular do mistério pascal que continua actuando e se oferece aos homens de todos os tempos como promessa de vida nova. Assim escrevia o famoso escritor romano Tertuliano: Sanguis martyrum - semen christianorum”;  o sangue dos mártires é a semente dos cristãos.
Não podemos duvidar da fertilidade desta semente, mesmo que as forças que tratam de erradicar o “semen christianorum”, quer dizer, os valores cristãos, das consciências e o tecido das nossas sociedades, pareçam crescer de formas diferentes. Frente às atitudes de isolamento em relação às pessoas mais necessitadas, frente à indiferença religiosa, frente ao relativismo moral, frente à arrogância dos mais fortes contra os mais fracos, perante os ataques contra a unidade da família e o caráter sagrado da vida humana, não podemos esquecer a beleza do Evangelho. A palavra de Deus lança sempre novas raízes. Sobre estas raízes, nós, discípulos do Senhor, devemos e podemos crescer. Estas catorze novas beatas, que perseveraram na fé mesmo no momento da oblação suprema animam-nos a continuar com alegria e esperança dando testemunho em todos os ambientes, do amor e da misericórdia de Deus, que nunca nos abandona, especialmente na hora do fracasso e da derrota.
Confiemo-nos à sua intercessão, cuja existência se tornou para toda a Igreja, especialmente para o povo de Deus que peregrina em Espanha, num poderoso farol de luz, num convite convincente a viver o Evangelho de maneira radical e com simplicidade, oferecendo um corajoso testemunho da fé que supera todas as barreiras e abre horizontes de esperança e fraternidade.
Beata Maria do Carmo - Isabel Lacaba Andía e companheiras mártires, rogai por nós!

quinta-feira, 20 de junho de 2019


(2) A caminho da Beatificação
Mártires Concepcionistas da Guerra Civil de Espanha
do Mosteiro de São José de Madrid
Martirizadas a 8 de Novembro de 1936 em Madrid
1. Serva de Deus, madre Maria Isabel do Carmo
(no século Isabel Lacaba Andia)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 3 Novembro de 1882, em Borja, Zaragoza.
Entrou no Mosteiro com 20 anos (a 4 de Novembro de 1902), tinha 54 anos e 34 de vida monástica quando recebeu o martírio e era a abadessa do Mosteiro.
2. Serva de Deus, sor Maria Petra Pilar dos Desamparados
(no século Petra Peirós Benito)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 29 de Abril de 1863, em Pamplona, Navarra.
Entrou no Mosteiro com 24 anos (a 28 de Novembro de 1887), tinha 74 anos e 49 de vida monástica quando recebeu o martírio e era a vigária do Mosteiro.
3. Serva de Deus, sor Maria da Assunção
(no século Eustáquia Monedero)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 20 de Agosto de 1864, em Anaya, Segóvia.
Entrou no Mosteiro com 24 anos (a 28 de Fevereiro de 1889), tinha 72 anos e 46 de vida monástica quando recebeu o martírio.
4. Serva de Deus, sor Maria do Santíssimo Sacramento
(no século Manuela Prensa Cano)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 25 de Junho de 1888, em El Toboso, Toledo.
Entrou no Mosteiro com 17 anos (a 5 de Abril de 1905), tinha 50 anos e 36 de vida monástica quando recebeu o martírio e era a mestra de noviças.
5. Serva de Deus, sor Maria Balbina de São José 
(no século Balbina Rodríguez Higuera)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 10 de Março de 1886, em Madrid.
Entrou no Mosteiro com 33 anos (em 1919), tinha 48 anos e 17 de vida monástica quando recebeu o martírio.
6. Serva de Deus, sor Maria Guadalupe da Ascensão
(no século Maria de las Nieves Rodríguez Higuera)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 5 de Agosto de 1892, em Madrid.
Entrou no Mosteiro com 36 anos (em 1928), tinha 44 anos e 8 de vida monástica quando recebeu o martírio.
7. Serva de Deus, sor Maria Joana de São Miguel
(no século Juana Josefa Ochotorena Arniz)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 27 de Dezembro de 1870, em Arraiza, Navarra.
Entrou no Mosteiro com 18 anos (a 29 de Novembro 1889 tomou hábito), tinha 65 anos e 47 de vida monástica quando recebeu a palma do martírio.
8. Serva de Deus, sor Maria Basília de Jesus
(no século Basilia Díaz Recio)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 14 de Junho de 1889, em Moradilla del Castillo, Burgos.
Entrou no Mosteiro com 32 anos (a 14 de Julho 1921 tomou hábito), tinha 47 anos e 15 de vida monástica quando recebeu o martírio.
9. Serva de Deus, sor Maria Clotilde do Pilar
(no século Clotilde Campos Urdiales)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 6 de Junho de 1897, em Valdeacón, León.
Entrou no Mosteiro com 26 anos (tomou hábito em Abril de 1924), tinha 39 anos e 12 de vida monástica quando recebeu o martírio.
10. Serva de Deus, sor Maria Beatriz de Santa Teresa
(no século Narcisa Garcia Villa)
Monja professa da Ordem da Imaculada Conceição, do Mosteiro de São José de Madrid.
Nasceu a 18 de Março de 1908, em Navas de los Caballeros, León.
Entrou no Mosteiro com 16 anos (em 1924), tinha 28 anos e 12 de vida monástica quando recebeu o martírio.
Não se sabe a forma exacta como ocorreu o martírio, contudo podemos reconstruí-la quase conte segurança e certeza, atendendo à forma como naqueles dias decorriam as prisões e os martírios.
Às 4 ou 5 da manhã lia-se a lista dos presos que oficialmente saíam em liberdade, mas que na realidade eram carregados em camiões como gado e assassinados em massa, normalmente por fuzilamentos, nos arredores de Madrid, pelas milícias Comunistas.