quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
por ocasião
da Festa de Santa Beatriz da Silva de 2012
Fr. Joaquín Domínguez Serna, OFM
Asistente
Asistente
A la atención de la Madre Presidenta y de las hermanas de la Federación Bética Santa María de Guadalupe, de la Orden de la Inmaculada Concepción.
Mis muy queridas hermanas:
Paz y Bien en el Señor y su Madre Inmaculada.
En la fiesta de Santa Beatriz, como es costumbre, deseo felicitaros y, en la medida de mis posibilidades, animar vuestra vida y vocación según las inspiraciones de los orígenes y la vitalidad de esta Forma de vida.
Al hacer memoria de Beatriz su inspiración de vida nos obliga a contemplarla a través de una fuerte experiencia de fe. Aunque no tuviera una formación o un notable grado cultural, sin embargo en su itinerario detectamos la gratitud, el espíritu de vencimiento y la constancia, actitudes todas propias de los verdaderos creyentes. Quien vive en búsqueda del rostro de Dios -el Dios Altísimo- no acumula dentro de sí altivez, aislamiento, superioridad… sino que por el contrario trabaja el espíritu de cercanía, realismo y humildad consigo misma, con los demás y frente a Dios.
domingo, 12 de agosto de 2012
en la solemnidad de Santa Beatriz
SANTA BEATRIZ DE SILVA 2012
A todas las hermanas de la Federación Sta. María de Guadalupe
Queridas hermanas: se acercan nuestras fiestas de verano, la de nuestra Madre Inmaculada Asunta al Cielo y nuestra Madre Fundadora Beatriz de Silva y Meneses. Quisiera acercarme a vosotras desde estas líneas para celebrarlas en comunión y en un mismo espíritu, experimentando como tantas otras veces, la dulzura y la delicia de vivir las hermanas unidas.
A la vez que nos preparamos para celebrar estas fiestas, profundizamos en nuestra vida de fe, preparándonos para el año de la fe que comienza en octubre próximo. Sabemos que profundizar en la fe es adentrarnos en la persona de Jesucristo nuestro Redentor, en su forma de hacer,de pensar, de vivir, en sus criterios, sus gustos, su manera de relacionarse, todo eso y más, es nuestro camino de oración y contemplación para tratar de seguirle lo más cerca posible, por el camino de María y al estilo de Beatriz.
Hoy quiero ofreceros unas breves pinceladas sobre las antífonas de laudes de la liturgia de Santa Beatriz.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Loucos
por Cristo
de ENZO BIANCHI
Verão de 1975. Juntamente com um irmão da minha
comunidade decido ir ao encontro de P. Placide Deseille, um monge trapista de
grande elevação espiritual que, desde há alguns anos, fundara uma pequena
comunidade atenta à tradição oriental. Mas, antes mesmo que o conjunto de casas
transformado em Mosteiro, fosse por nós avistado, fomos surpreendidos por um
conjunto de gargalhadas... por momentos temi que tivéssemos seguido o caminho
errado e que tivéssemos chegado a um alegre campo de verão para jovens.
Confesso que entre mim e o humor existiu sempre
alguma estranheza. Talvez porque tenha ficado órfão de mãe muito cedo ou porque
não estou habituado ao facto de o cómico nascer do trágico, o que é certo é que
nunca fui capaz de contar anedotas nem de colher o lado divertido daqueles que,
raramente, o fazem na minha presença. Até os filmes cómicos ou com humor não me
contagiam, apesar das inúmeras tentativas dos meus amigos para os apreciar. Do
meu pai herdei a verve para dar simpáticas alcunhas àqueles com quem tenho
alguma confiança mas não a sua capacidade de despertar, com brincadeiras e
piadas, o quotidiano de uma aldeia perdida no meio do campo... creio não ter
nada de melancólico, triste ou carrancudo, mas, de facto, o "género
literário" humorístico, não é o meu. De resto – dizia para mim mesmo
quando este aspecto do meu carácter me fazia sentir quase culpado – os
Evangelhos falam-nos de um Jesus que chorou, se comoveu, se indignou, mas que
nunca riu ou fez rir: a alegria que infundia em todos os que encontrava não
devia nada ao humor.
domingo, 29 de julho de 2012
O apelo do MONTE (2)
“Tal como
no Sermão da Montanha e nas noites passadas por Jesus em oração, aparece aqui o
monte como lugar de particular proximidade a Deus; de novo devemos pensar nos
diversos montes da vida de Jesus como se fossem um só: o monte da tentação, o
monte da sua grande pregação, o monte da oração, o monte da transfiguração, o
monte da agonia, o monte da cruz e, finalmente, o monte da ascensão; neste, o
Senhor, em oposição à oferta do domínio sobre o mundo que Lhe seria dado em
virtude do poder do demónio, declara: «Foi-Me dado todo o poder no céu e na terra» (Mt 28, 18). Mas, no
horizonte, delineiam-se também o Sinai, o Horeb, o Moriah - os montes da
revelação do Antigo Testamento - que
são, todos eles, ao mesmo tempo montes da paixão e da revelação e, por sua vez,
remetem ainda para o monte do templo, sobre o qual a revelação se torna
liturgia. Na busca duma interpretação, depara-se-nos em primeiro lugar o
simbolismo geral do monte: o monte como lugar da subida, não apenas da subida
exterior, mas também da ascese interior; o monte como um libertar-se do peso da
vida diária, como um respirar no ar puro da criação; o monte que oferece o
panorama da criação em toda a sua vastidão e beleza; o monte que me dá elevação
interior e me permite intuir o Criador. A estas considerações, a história
acrescenta a experiência de Deus que fala e a experiência da paixão com o seu
ponto culminante no sacrifício de Isaac, no sacrifício do cordeiro,
prefiguração do Cordeiro definitivo sacrificado no monte Calvário. Moisés e
Elias puderam receber a revelação no monte; eles aparecem agora, na
transfiguração, a conversar com Aquele que é a revelação de Deus em pessoa”.
Bento XVI, "Jesus de Nazaré", A Esfera dos Livros, Lisboa, 2010, 5a Edição, pg. 383-384.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
O apelo do MONTE (1)
“12Jesus foi para o monte fazer
oração e passou a noite a orar a Deus.” (Lc 6, 12)
A Montanha é um dos
lugares privilegiados dos encontros com Deus. A Montanha Virgem e Solitária é
um marco digno para as grandes comunicações do Senhor. Tem em comum com o
Deserto as exigências da nudez e do despojamento. É ainda um sinal no espaço da
elevação da alma acima do bulício dos negócios terrenos, dos pecados e prazeres
dos homens.
É um empurrão soberbo da
terra rumo à pureza do céu.
Os seus cumes
invioláveis falam do Deus “4magnífico
nas alturas” (Sl
92, 4). Os Monges que procuramos a Deus, na Escola do Monte da Transfiguração,
devemos deixar-nos aprisionar por este
apelo espiritual, que não é ilusório, mas escolhido por Deus para falar ao
coração dos homens: "É assim que a vou seduzir: ... para lhe falar ao coração.”(Os 2, 16)
sexta-feira, 20 de julho de 2012
O apelo do DESERTO
“16É assim que a vou seduzir: ao
deserto a conduzirei, para lhe falar ao coração.”
(Os 2, 16)
(Os 2, 16)
Sinal da predilecção de
Deus é o chamamento ao Deserto. O chamamento que nos faz é gratuito e a nossa
perseverança deve-se unicamente à
condescendência divina. Os monges que procuramos a Deus, tenhamos sempre presente esta fineza do amor de Deus para connosco.
Ao entrar, não sabemos o que a Solidão do Deserto nos reserva. Entremos pois no
Santo Deserto, humildes e sossegados. Ao Deus que nos espera, a única coisa de
valor que Lhe devemos apresentar é a nossa inteira disponibilidade: “4«Eis- me aqui.» - 5«Aqui estou, pois me chamaste.» ... 6«Aqui
estou, pois me chamaste.» ... 7«Aqui estou, pois me chamaste.»” (1Sm
3,
4-7). Quanto
mais leve seja a nossa equipagem humana, quanto mais pobres sejamos daquilo que
o mundo estima, maior será a nossa oportunidade de êxito, já que Deus goza de
maior oportunidade para nos moldar, pois chama-nos a viver só com Ele, para Ele
e nada mais.
Para fazer verdadeira
experiência de Deserto, temos que nos despojar de tudo, para encontrar O TUDO. Temos que nos revestir da Santa Nudez e
fazer, verdadeiramente, a experiência do despojamento total, caso contrário
estamos destinados ao fracasso.
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