O Terceiro livro de José Félix Duque, sobre a portuguesa Santa Beatriz da Silva (c. 1436 - 1491), fundadora da Ordem da Imaculada Conceição em Castela, será apresentado no próximo dia 12 de Fevereiro, em Toledo. Editado pela Cosmorama Edições, em língua castelhana, com Prefácio de Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Dom José Alves, Arcebispo de Évora.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Igreja da Cartuxa de Serra San Bruno
Domingo, 9 de Outubro de 2011
“Abandonar as realidades fugazes e procurar capturar o eterno.
… o forte desejo de entrar em união de vida com Deus,
abandonando tudo o resto,
tudo aquilo que impede esta comunhão,
e deixando-se capturar pelo amor imenso de Deus,
para viver só deste amor.
...
Deixando tudo, o monge por assim dizer «arrisca»:
expõe-se à solidão e ao silêncio
para não viver a não ser do que é essencial,
e precisamente ao viver do essencial
encontra também uma profunda comunhão com os irmãos,
com cada homem.”
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Este é o título de uma breve
biografía de Santa Beatriz da Silva que acaba de sair à luz há poucos dias escrita por Frei José García Santos OFM,
a viver actualmente na fraternidade de El Palancar (Cáceres).
O relato, escrito em forma autobiográfica, segundo o autor “ajusta-se escrupulosamente” a dois textos: a Nota autobiográfica de Juana de San Miguel (1512) y Dona Beatriz da Silva (2008) de José Felix Duque.
A obra foi terminada em
2011, foi editada em fins de 2013 pela Mosteiro Concepcionista de Villanueva
de la Serena (Badajoz). Apresenta-se em formato de bolso e tem aproximadamente 60 páginas.
Pode ser adquirida no Mosteiro de Villanueva (Tel: 924 84 98) ou de Cuenca (Tel: 969 21 32 21).
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Jornada de Oração pela Santificação dos Sacerdotes
ORAÇÃO PELOS
SACERDOTES
(oração
indulgenciada por S. Pio X em 03/03/1905)
Ó Jesus, Pontífice
Eterno, Divino Sacrificador,
Vós que, no Vosso
incomparável amor,
deixastes sair do Vosso
Sagrado Coração o sacerdócio cristão,
dignai-Vos derramar, nos
Vossos sacerdotes,
as ondas vivificantes do
Amor infinito.
Vivei neles,
transformai-os em Vós,
tornai-os, pela Vossa
graça,
instrumentos de Vossas
Misericórdias.
Actuai neles e por eles,
e fazei que, revestidos
inteiramente de Vós
pela fiel imitação de
Vossas adoráveis virtudes,
operem, em Vosso nome e
pela força de Vosso espírito,
as obras que Vós mesmo
realizastes para a salvação do mundo.
Divino Redentor das
almas,
vede como é grande a
multidão dos que dormem ainda nas trevas do erro;
contai o número dessas
ovelhas infiéis que ladeiam os precipícios;
considerai a multidão dos
pobres, dos famintos,
dos ignorantes e dos
fracos que gemem ao abandono.
Voltai para nós por
intermédio dos Vossos sacerdotes.
Revivei neles; atuai por
eles,
e passai de novo através
do mundo,
ensinando, perdoando, consolando, sacrificando,
ensinando, perdoando, consolando, sacrificando,
e reatando os laços
sagrados do amor
entre o Coração de Deus e o coração humano.
entre o Coração de Deus e o coração humano.
Amém.
Do
livro «O Sagrado Coração e o Sacerdócio», de Madre Luísa Margarida Claret de La
Touche
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Santo Agostinho
“La Trindad (Tratado sobre la Santíssima Trinidad)”, BAC, Madrid, 1948, 15, 18, 32.
“La Trindad (Tratado sobre la Santíssima Trinidad)”, BAC, Madrid, 1948, 15, 18, 32.
domingo, 19 de junho de 2011
19 de Agosto de 1894
«Fico muito satisfeita, minha querida irmãzinha, por tu não sentires atracção sensível ao vires para o Carmelo, é uma delicadeza de Jesus que quer receber de ti um presente. Ele sabe que é muito mais doce dar do que receber. Temos só o breve instante da vida para dar a Deus… e Ele prepara-se para dizer: «Agora é a minha vez…» Que felicidade sofrer por aquele que nos ama até à loucura e passar por loucas aos olhos do mundo. Julgam-se os outros por si mesmo, e como o mundo é insensato pensa naturalmente que as insensatas somos nós!... Mas no fim de contas, não somos as primeiras, o único crime que foi censurado a Jesus por Herodes foi o de ser louco e eu penso como ele!... sim era loucura procurar os pobres dos coraçõezitos dos mortais para deles fazer seus tronos, Ele o Rei de Glória que está sentado sobre os querubins…Ele a quem nem os céus podem conter…Estava louco o nosso Bem-amado, os seus íntimos, os seus semelhantes, Ele que era perfeitamente feliz com as duas pessoas adoráveis da Trindade!... Nunca poderemos fazer por Ele as loucuras que fez por nós, e as nossas acções não merecem este nome, porque são apenas actos muito razoáveis e muito abaixo daquilo que o nosso amor queria realizar. Portanto, o mundo é que é insensato visto que ignora o que Jesus fez para o salvar, é o açambarcador que seduz as almas e as conduz a fontes sem água… Nós também não somos nem preguiçosas nem pródigas. Jesus defendeu-nos na pessoa de Madalena. Estava à mesa, Marta servia, Lázaro comia com Ele e com os discípulos. Quanto a Maria, não pensava em tomar alimento mas em dar prazer Àquele que amava, por isso pegou num vaso de perfume de elevado preço e derramou-o sobre a cabeça de Jesus quebrando o vaso, então a casa toda ficou cheia do odor do perfume mas os Apóstolos murmuravam contra Madalena…Foi mesmo como para nós, os cristãos mais fervorosos, os sacerdotes acham que somos exageradas, que devíamos servir como Marta em vez de consagrar a Jesus os vasos das nossas vidas com os perfumes que neles estão encerrados…E todavia, que importa que os nossos vasos sejam quebrados se Jesus é consolado e se o mundo, mesmo sem querer, se vê obrigado a cheirar os perfumes que deles se exalam e que servem para purificar o ar envenenado que constantemente respira.» Santa Teresa do Menino Jesus
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Bento XVI aprovou milagre atribuído ao seu predecessor. Cerimónia acontece a 1 de Maio, Domingo da Divina Misericórdia, no Vaticano
Cidade do Vaticano, 14 Janeiro (Ecclesia)
O Papa Bento XVI aprovou hoje a publicação do decreto que comprova um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II (1920-2005), concluindo assim o processo para a sua beatificação.
A sala de imprensa da Santa Sé anunciou, entretanto, que a cerimónia de beatificação vai decorrer a 1 de Maio, Domingo da Divina Misericórdia, no Vaticano, sendo presidida por Bento XVI.
O milagre agora comprovado refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria da Doença de Parkinson.
A religiosa pertence à congregação das Irmãzinhas das Maternidades Católicas e trabalha em Paris, tendo superado, em 2005, todos os sintomas da doença de que sofria há quatro anos.
A decisão abriu caminho, em definitivo, à beatificação do Papa polaco, que liderou a Igreja Católica entre 1978 e Abril de 2005, quando faleceu.
Bento XVI anunciou no dia 13 de Maio de 2005, quarenta e dois dias após a morte de João Paulo II, o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canónico de cinco anos para a promoção da causa.
No dia 8 de Abril desse ano, por ocasião da Missa exequial de João Paulo II, a multidão exclamou por diversas vezes "Santo subito" (Santo já).
Em Dezembro de 2009, o actual Papa assinou o decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de Karol Wojtyla, primeiro passo em direcção à beatificação.
Recorde-se que, num caso semelhante, o de Madre Teresa de Calcutá, a beatificação aconteceu em 2003, também seis anos após a sua morte.
A data escolhida para a beatificação recorda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia, por ele criada em 2000.
Como o próprio Bento XVI recordou, em 2008, durante o jubileu do ano 2000 "João Paulo II estabeleceu que na igreja inteira o Domingo a seguir à Páscoa passasse a ser denominado também Domingo da Divina Misericórdia".
João Paulo II tornou pública a sua decisão no âmbito da cerimonia de canonização de Faustina Kowalska (30.04.2000), religiosa polaca nascida em 1905 e falecida em 1938, "zelosa mensageira de Jesus Misericordioso".
Os trâmites processuais para o reconhecimento do milagre aconteceram segundo as normas estabelecidas em 1983.
A legislação estabelece a distinção de dois procedimentos: o diocesano e o da Congregação, dito romano.
O primeiro realiza-se no âmbito da diocese na qual aconteceu o facto: O bispo abre a instrução sobre o pressuposto milagre na qual são reunidas tanto os depoimentos das testemunhas oculares interrogadas por um tribunal devidamente constituído, como a completa documentação clínica e instrumental inerente ao caso.
Num segundo momento, a Congregação para as Causas dos Santos examina os actos processuais recebidos e as eventuais documentações suplementares, pronunciando o juízo de mérito.
O decreto é o acto que conclui o caminho jurídico para a constatação de um milagre.
É um acto jurídico da Congregação para as Causas dos Santos, aprovado pelo Papa, com o qual um facto prodigioso é definido como verdadeiro milagre.
Quando após a beatificação se verifica um outro milagre devidamente reconhecido, então o beato é proclamado “santo”.
A canonização é a confirmação, por parte da Igreja, que um fiel católico é digno de culto público universal (no caso dos beatos, o culto é diocesano) e de ser dado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.
OC
Cidade do Vaticano, 14 Janeiro (Ecclesia)
O Papa Bento XVI aprovou hoje a publicação do decreto que comprova um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II (1920-2005), concluindo assim o processo para a sua beatificação.
A sala de imprensa da Santa Sé anunciou, entretanto, que a cerimónia de beatificação vai decorrer a 1 de Maio, Domingo da Divina Misericórdia, no Vaticano, sendo presidida por Bento XVI.
O milagre agora comprovado refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria da Doença de Parkinson.
A religiosa pertence à congregação das Irmãzinhas das Maternidades Católicas e trabalha em Paris, tendo superado, em 2005, todos os sintomas da doença de que sofria há quatro anos.
A decisão abriu caminho, em definitivo, à beatificação do Papa polaco, que liderou a Igreja Católica entre 1978 e Abril de 2005, quando faleceu.
Bento XVI anunciou no dia 13 de Maio de 2005, quarenta e dois dias após a morte de João Paulo II, o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canónico de cinco anos para a promoção da causa.
No dia 8 de Abril desse ano, por ocasião da Missa exequial de João Paulo II, a multidão exclamou por diversas vezes "Santo subito" (Santo já).
Em Dezembro de 2009, o actual Papa assinou o decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de Karol Wojtyla, primeiro passo em direcção à beatificação.
Recorde-se que, num caso semelhante, o de Madre Teresa de Calcutá, a beatificação aconteceu em 2003, também seis anos após a sua morte.
A data escolhida para a beatificação recorda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia, por ele criada em 2000.
Como o próprio Bento XVI recordou, em 2008, durante o jubileu do ano 2000 "João Paulo II estabeleceu que na igreja inteira o Domingo a seguir à Páscoa passasse a ser denominado também Domingo da Divina Misericórdia".
João Paulo II tornou pública a sua decisão no âmbito da cerimonia de canonização de Faustina Kowalska (30.04.2000), religiosa polaca nascida em 1905 e falecida em 1938, "zelosa mensageira de Jesus Misericordioso".
Os trâmites processuais para o reconhecimento do milagre aconteceram segundo as normas estabelecidas em 1983.
A legislação estabelece a distinção de dois procedimentos: o diocesano e o da Congregação, dito romano.
O primeiro realiza-se no âmbito da diocese na qual aconteceu o facto: O bispo abre a instrução sobre o pressuposto milagre na qual são reunidas tanto os depoimentos das testemunhas oculares interrogadas por um tribunal devidamente constituído, como a completa documentação clínica e instrumental inerente ao caso.
Num segundo momento, a Congregação para as Causas dos Santos examina os actos processuais recebidos e as eventuais documentações suplementares, pronunciando o juízo de mérito.
O decreto é o acto que conclui o caminho jurídico para a constatação de um milagre.
É um acto jurídico da Congregação para as Causas dos Santos, aprovado pelo Papa, com o qual um facto prodigioso é definido como verdadeiro milagre.
Quando após a beatificação se verifica um outro milagre devidamente reconhecido, então o beato é proclamado “santo”.
A canonização é a confirmação, por parte da Igreja, que um fiel católico é digno de culto público universal (no caso dos beatos, o culto é diocesano) e de ser dado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.
OC
(Fonte: Agência Ecclesia)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
São Rafael Arnàiz Barón ocso
C (47)-115, Carta de Rafael ao Revdo P. Marcelo León, mestre de noviços,
escrita de Oviedo, a 1 de Janeiro de 1934, uns dias antes de entrar na Trapa
escrita de Oviedo, a 1 de Janeiro de 1934, uns dias antes de entrar na Trapa
sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Abertura do Processo de Beatificação
No próximo dia 8 de Novembro (2ª feira), às 10.30h, na Igreja do Mosteiro da Imaculada e Santa Beatriz da Silva de Alcazar de San Juan (Espanha), terá lugar a Abertura do Processo Diocesano para a Causa de Beatificação da Serva de Deus madre Mercedes de Jesus Egido.Presidirá à cerimónia o Sr. D. António Algora, bispo de Ciudad Real.
"Eu não poderei ser feliz no Céu,
se não fôr atraindo os Homens
ao conhecimento e amor do Pai".
se não fôr atraindo os Homens
ao conhecimento e amor do Pai".
Serva de Deus
madre Mercedes de Jesus Egido oic
madre Mercedes de Jesus Egido oic
quinta-feira, 1 de julho de 2010
"... para a alma acertar no caminho para Deus e se unir com Ele, há-de ter a boca da vontade aberta só para Deus, vazia e sem nenhum pedaço de apetite, a fim de que Deus a encha e farte do seu amor e doçura; há-de viver com fome e sede só de Deus, sem querer satisfazer-se com mais nada, ... É o que ensina Isaías quando diz: Todos vós que tendes sede, vinde às águas, etc. (Is 55, 1). Ele convida os que têm sede só de Deus, e o apetite de nada, à abundância das águas vivas da união com Deus.”
São João da Cruz
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Todos nós que celebramos e veneramos com tanta piedade o mistério do Encontro do Senhor, corramos para Ele com todo o fervor do nosso espírito. Ninguém deixe de participar neste Encontro, ninguém se recuse a levar a sua luz.
Levemos em nossas mãos o brilho das velas, para significar o esplendor divino d’Aquele que Se aproxima e ilumina todas as coisas, dissipando as trevas do mal com a sua luz eterna, e também para manifestar o esplendor da alma, com o qual devemos correr ao encontro de Cristo.
Assim como a Virgem Mãe de Deus levou ao colo a luz verdadeira e a comunicou àqueles que jaziam nas trevas, assim também nós, iluminados pelo seu fulgor e trazendo na mão uma luz que brilha diante de todos, devemos acorrer pressurosos ao encontro d’Aquele que é a verdadeira luz.
Na verdade a luz veio ao mundo e, dispersando as trevas que o envolviam, encheu-o de esplendor; visitou-nos do alto o Sol nascente e derramou a sua luz sobre os que se encontravam nas trevas: este é o significado do mistério que hoje celebramos. Caminhemos empunhando as lâmpadas, acorramos trazendo as luzes, não só para indicar que a luz refulge já em nós, mas também para anunciar o esplendor maior que dela nos há-de vir. Por isso, vamos todos juntos, corramos ao encontro de Deus.
Eis que veio a luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Todos nós, portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar, para que brilhe em nós esta luz verdadeira.
Nenhum fique excluído deste esplendor, nenhum persista em continuar imerso na noite, mas avancemos todos resplandecentes; iluminados por este fulgor, vamos todos juntos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara é eterna; associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de acção de graças ao Pai da luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor.
A salvação de Deus, com efeito, preparada diante de todos os povos, manifestou a glória que nos pertence a nós, que somos o novo Israel; e nós próprios, graças a Ele, vimos essa salvação e fomos absolvidos da antiga e tenebrosa culpa, tal como Simeão, depois de ver a Cristo, foi libertado dos laços da vida presente.
Também nós, abraçando pela fé a Cristo Jesus que vem de Belém, nos convertemos de pagãos em povo de Deus (Jesus é com efeito a Salvação de Deus Pai) e vemos com os nossos próprios olhos Deus feito carne; e porque vimos a presença de Deus e a recebemos, por assim dizer, nos braços do nosso espírito, nos chamamos novo Israel. Com esta festa celebramos cada ano de novo essa presença, que nunca esquecemos.
Levemos em nossas mãos o brilho das velas, para significar o esplendor divino d’Aquele que Se aproxima e ilumina todas as coisas, dissipando as trevas do mal com a sua luz eterna, e também para manifestar o esplendor da alma, com o qual devemos correr ao encontro de Cristo.
Assim como a Virgem Mãe de Deus levou ao colo a luz verdadeira e a comunicou àqueles que jaziam nas trevas, assim também nós, iluminados pelo seu fulgor e trazendo na mão uma luz que brilha diante de todos, devemos acorrer pressurosos ao encontro d’Aquele que é a verdadeira luz.
Na verdade a luz veio ao mundo e, dispersando as trevas que o envolviam, encheu-o de esplendor; visitou-nos do alto o Sol nascente e derramou a sua luz sobre os que se encontravam nas trevas: este é o significado do mistério que hoje celebramos. Caminhemos empunhando as lâmpadas, acorramos trazendo as luzes, não só para indicar que a luz refulge já em nós, mas também para anunciar o esplendor maior que dela nos há-de vir. Por isso, vamos todos juntos, corramos ao encontro de Deus.
Eis que veio a luz verdadeira, que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Todos nós, portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar, para que brilhe em nós esta luz verdadeira.
Nenhum fique excluído deste esplendor, nenhum persista em continuar imerso na noite, mas avancemos todos resplandecentes; iluminados por este fulgor, vamos todos juntos ao seu encontro e com o velho Simeão recebamos a luz clara é eterna; associemo-nos à sua alegria e cantemos com ele um hino de acção de graças ao Pai da luz, que enviou a luz verdadeira e, afastando todas as trevas, nos fez participantes do seu esplendor.
A salvação de Deus, com efeito, preparada diante de todos os povos, manifestou a glória que nos pertence a nós, que somos o novo Israel; e nós próprios, graças a Ele, vimos essa salvação e fomos absolvidos da antiga e tenebrosa culpa, tal como Simeão, depois de ver a Cristo, foi libertado dos laços da vida presente.
Também nós, abraçando pela fé a Cristo Jesus que vem de Belém, nos convertemos de pagãos em povo de Deus (Jesus é com efeito a Salvação de Deus Pai) e vemos com os nossos próprios olhos Deus feito carne; e porque vimos a presença de Deus e a recebemos, por assim dizer, nos braços do nosso espírito, nos chamamos novo Israel. Com esta festa celebramos cada ano de novo essa presença, que nunca esquecemos.
Dos Sermões de São Sofrónio, bispo
(Orat. 3 de Hypapante, 6-7: PG 87, 3, 3291-3293) (Sec. VII)
(Orat. 3 de Hypapante, 6-7: PG 87, 3, 3291-3293) (Sec. VII)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
São Gregório de Nissa,
Tratado «De Virginitate, 2»
Tratado «De Virginitate, 2»
A referência evangélica de que São Gregório de Nissa fala, parece-me que seja: «Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra; e o meu Pai o amará, Nós viremos a ele e nele faremos a nossa morada» (Jo 14, 23).
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
bispo e doutor da Igreja
Resumo biográfico
Nasceu em Tagaste (África) no ano 354. Depois de uma juventude perturbada, quer intelectualmente quer moralmente, converteu se à fé e foi baptizado em Milão por S. Ambrósio no ano 387. Voltou à sua pátria e aí levou uma vida de grande ascetismo. Eleito bispo de Hipona, durante trinta e quatro anos foi perfeito modelo do seu rebanho e deu lhe uma sólida formação cristã por meio de numerosos sermões e escritos, com os quais combateu fortemente os erros do seu tempo e ilustrou sabiamente a fé católica. Morreu no ano 430.
«Tarde Vos amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e aí Vos procurava; com o meu espírito deformado, lançava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco.
Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria se não existisse em Vós. Chamastes, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e curastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos, e tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me, e comecei a desejar ardentemente a vossa paz».
«Tarde Vos amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e aí Vos procurava; com o meu espírito deformado, lançava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco.
Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria se não existisse em Vós. Chamastes, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e curastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos, e tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me, e comecei a desejar ardentemente a vossa paz».
Santo Agostinho de Hipona
terça-feira, 4 de agosto de 2009
(1786-1859)
Uma vida sob o olhar de Deus
Vida do Santo Cura
Nascido a 8 de maio de 1786 em Dardilly, próximo de Lyon (França), numa família de lavradores, João Maria Vianney tem uma infância marcada pelo fervor e pelo amor de seus pais. O contexto da Revolução Francesa exercerá forte influência sobre sua juventude: fará a sua primeira confissão aos pés do grande relógio da sala de estar de sua casa, e não na igreja do povoado, e receberá a absolvição de um sacerdote clandestino.Vida do Santo Cura
Dois anos mais tarde, faz a sua primeira comunhão num celeiro, durante uma Missa clandestina celebrada por um sacerdote rebelde. Aos 17 anos, decide responder ao chamado de Deus: “Gostaria de ganhar almas para o Bom Deus”, dirá à sua mãe, Marie Béluze. Seu pai, porém, opõe-se a esse projecto durante dois anos, pois faltavam braços na lavoura familiar.
Aos 20 anos, começa a preparar-se para o sacerdócio com o abade Balley, pároco de Écully. As dificuldades o farão crescer: passa rapidamente do abatimento à esperança, vai em peregrinação ao sepulcro de São François Régis, em Louvesc. Vê-se obrigado a desertar, quando é chamado a entrar para o exército para lutar na guerra na Espanha. Mas o abade Balley saberá ajudá-lo nesses anos caracterizados por uma série de provações. Ordenado sacerdote, em 1815, passa uma primeira temporada como vigário de Écully.
Em 1818, é enviado a Ars. Ali, desperta a fé dos seus paroquianos com a sua pregação mas, sobretudo, com a sua oração e o seu estilo de vida. Sente-se pobre diante da missão que tem a realizar, mas deixa-se envolver pela misericórdia de Deus. Restaura e decora a igreja, funda um orfanato, a que dá o nome de “A Providência”, e cuida dos mais pobres.
Muito rapidamente, sua reputação de confessor atrai muitos peregrinos, que vêm buscar com ele o perdão de Deus e a paz do coração. Assaltado por provações e lutas interiores, mantém o seu coração bem arraigado no amor a Deus e aos irmãos; a sua única preocupação é a salvação das almas. As suas aulas de catecismo e as suas homilias falam sobretudo da bondade e da misericórdia de Deus. Sacerdote que se consome de amor diante do Santíssimo Sacramento, doado inteiramente a Deus, aos seus paroquianos e aos peregrinos, morre em 4 de Agosto de 1859, depois de uma entrega até o extremo do Amor. Sua pobreza não era simulada. Sabia que estava fadado a morrer como “prisioneiro do confessionário”. Três vezes tentará fugir de sua paróquia, acreditando-se indigno da missão de pároco e pensando ser mais um obstáculo à bondade de Deus que um condutor de seu Amor. A última tentativa de fuga ocorreu menos de seis anos antes de morrer. Foi interceptado por seus paroquianos, que tinham feito soar o alarme no meio da noite. Voltou, então, a sua igreja e pôs-se a confessar até à uma da manhã. No dia seguinte, diria: “Comportei-me como uma criança”. No seu funeral, havia mais de mil pessoas, entre as quais o bispo e todos os sacerdotes da diocese, que vinham abraçar aquele que já era seu modelo.
Beatificado em 8 de Janeiro de 1905, foi declarado no mesmo ano “padroeiro dos sacerdotes da França”. Canonizado por Pio XI em 1925, mesmo ano da canonização de Santa Teresa do Menino Jesus, será proclamado em 1929 “padroeiro de todos os párocos do universo”.
(Fonte: página Web Anno Sacerdotalis da Congregazione per il Clero)
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